quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

PRIMEIRA DAMA DE IPIRÁ SUGERE A IMPLANTAÇÃO DE UM ESPAÇO NA UPA SÓ PARA ATENDIMENTO INFANTIL

A PRIMEIRA DAMA DE IPIRÁ, ANDRÉA BRANDÃO, SUGERIU A IMPLANTAÇÃO DE UM ATENDIMENTO EXCLUSIVO PARA CRIANÇAS, NA UPA DE IPIRÁ. A IDÉIA FOI MUITO BEM RECEBIDA E ANDRÉA JÁ ESTÁ EM CONTATO COM A COORDENAÇÃO DAQUELA UNIDADE, PARA AGILIZAR O SERVIÇO. PARA ANDRÉA, É IMPORTANTE QUE AS CRIANÇAS TENHAM UM AMBIENTE MAIS TRANQUILO E COM CONOTAÇÃO INFANTIL, SEM OS TRAUMAS DIÁRIOS DE UM ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA. O PREFEITO MARCELO BRANDÃO DISSE QUE DÁ TODO APOIO À IDEIA E ANDRÉA VAI LUTAR PELA IMPLANTAÇÃO.
    

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Homem morre e mulher grávida fica ferida em acidente na BA; carro tinha placa de MG e teve teto arrancado

Um homem morreu e a mulher dele, grávida de três meses, ficou ferida após a batida entre o carro em que estavam e um caminhão, na manhã desta quarta-feira (17), na BA-001. O acidente aconteceu na altura do povoado de Guarani, em Prado, no extremo sul da Bahia. As informações são da Polícia Militar. Os nomes e idade das vítima não foram divulgados.
Segundo a PM, informações iniciais apontam que o carro bateu de frente com o caminhão que seguia no sentido oposto. Até o teto do veículo e algumas portas foram arrancadas por conta da força da batida. Inclusive, destroços do veículo foram encontrados a alguns metros do carro.
A polícia disse, ainda, que o carro envolvido no acidente tem placa da cidade de Betim, em Minas Gerais. Entretanto, não há detalhes se o casal é turista ou se estava morando em alguma cidade do sul da Bahia.
De acordo com a polícia, a mulher grávida foi encaminhada para uma unidade de saúde da região, mas o local não foi especificado. Não há informações do estado de saúde dela. A Polícia Civil também está investigando o caso. O motorista do caminhão não teve ferimentos e foi encaminhado para a unidade de polícia para ser ouvido.
Caminhão envolvido em batida com carro na BA-001, no sul da Bahia (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)Caminhão envolvido em batida com carro na BA-001, no sul da Bahia (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)
Caminhão envolvido em batida com carro na BA-001, no sul da Bahia (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)
Destroços do carro envolvido na batida foram vistos a alguns metros do veículo na Bahia (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)
Destroços do carro envolvido na batida foram vistos a alguns metros do veículo na Bahia (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)
Carro envolvido em acidente com um morto na Bahia ficou destruído e perdeu teto e portas (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)Carro envolvido em acidente com um morto na Bahia ficou destruído e perdeu teto e portas (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)
Carro envolvido em acidente com um morto na Bahia ficou destruído e perdeu teto e portas (Foto: Danuse Cunha/Itamaraju Notícias)Fonte G1
    

Número de mortes por febre amarela chega a 15 em Minas Gerais, diz governo

O governo de Minas Gerais confirmou, nesta quarta-feira (15), mais quatro mortes por febre amarela, chegando a 15 o total de óbitos no estado desde dezembro do ano passado. As últimas confirmações se referem a pacientes de Belo Horizonte, Caeté, Nova Lima e Rio Acima.
Segundo os dados da Secretaria de Estado de Saúde, a maior parte das mortes, 11, são de pacientes da Região Metropolitana. A cidade com maior quantidade de óbitos no estado é Nova Lima – cinco.
Conforme a SES, as mortes registradas no estado se referem a pacientes de dez cidades:
Além dos 15 mortos, outros sete pacientes que estão internados ou se curaram tiveram diagnóstico positivo para febre amarela no estado.
Segundo a SES, desse total de 22 casos confirmados, 21 se referem a homens, e apenas um trata-se de uma mulher. A média de idade dos pacientes é de 45 anos.
Até o momento, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. Conforme a secretaria, a letalidade por febre amarela em Minas Gerais é de aproximadamente 68,2%.
Ainda de acordo com a SES, outros 46 casos seguem sob investigação no estado.

Músico internado em CTI

O compositor Flávio Henrique está internado com febre amarela no Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte. O diagnóstico foi informado nesta quarta-feira (17) e confirmado pela família.
Flávio Henrique é presidente da Empresa Mineira de Comunicação, órgão do governo responsável pela Rádio Inconfidência e pela Rede Minas. Ele está no Centro de Terapia Intensiva (CTI) com quadro clínico grave, segundo o hospital.

O que é a febre amarela?

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infestados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.
Fonte G1
    

Quais são os grupos que não devem tomar a vacina da febre amarela - e como podem se proteger

O Brasil vive o maior surto de febre amarela silvestre das últimas décadas, segundo o Ministério da Saúde. Por isso, o governo federal iniciou uma campanha emergencial de vacinação com o objetivo de imunizar cerca de 20,6 milhões de pessoas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, novas áreas de concentração da doença, entre janeiro e março.
A preocupação decorre dos números. No primeiro semestre do ano passado, foram confirmados 777 casos em 21 Estados e no Distrito Federal. No segundo, foram 35 em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Distrito Federal - 145 ainda estão em investigação.
No entanto, diferentes grupos - como gestantes, idosos, pessoas em quimioterapia e em determinados tratamentos de saúde - não podem receber a vacina por causa dos riscos de reações graves.
Para esses indivíduos, a orientação é evitar picadas de mosquitos por meio do uso de camisas de mangas longas e calças compridas, mosquiteiros e repelentes - grávidas e mães de recém-nascidos, contudo, devem buscar orientação sobre possíveis reações alérgicas a essas substâncias. Se possível, é recomendado ainda buscar telas antimosquitos para os cômodos da casa.
A febre amarela causa sintomas como dor de cabeça, febre baixa, fraqueza e vômitos, dores musculares e nas articulações. Em sua fase mais grave, pode causar inflamação no fígado e nos rins, sangramentos na pele e levar à morte.
Transmitida pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, a forma silvestre da doença é a variedade que ainda provoca surtos no Brasil. O país não registra casos de febre amarela urbana, transmitida pelo Aedes aegypti, desde 1942.
A BBC Brasil conversou com diferentes especialistas sobre quem pode e quem não deve se vacinar - e por quê. Confira.

Por que há contraindicação para algumas pessoas?

A vacina contra a febre amarela é considerada altamente segura. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), dos EUA, eventos adversos sérios, que põem em risco a vida do paciente, ocorrem em 1 a cada 250 mil pessoas vacinadas.
Mas em determinados grupos de pacientes, como aqueles que estão com o sistema imunológico debilitado ou que têm alergias a elementos do ovo, a imunização pode causar problemas graves.
Esses efeitos ocorrem porque o imunizante contra a febre amarela possui o vírus vivo atenuado, que desaparece do organismo três semanas após a vacinação, em média.
Em um paciente com um sistema imunológico sadio, a vacina irá provocar as células de defesa para que criem anticorpos contra a doença. Isso significa que esse paciente, ao ser eventualmente picado no futuro por um mosquito infectado, terá os anticorpos necessários para combater o vírus.
"Quando a pessoa é vacinada, o vírus inoculado passa a se multiplicar no organismo do paciente. O sistema imunológico então identifica a atividade do vírus e começa a produzir células de defesa para combatê-lo", explica André Siqueira, pesquisador do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), da Fiocruz.
No entanto, se o sistema imunológico do paciente estiver enfraquecido por doenças sérias, como o câncer, a vacina pode criar um quadro semelhante ao da febre amarela em si. Por isso é importante realizar uma triagem antes de tomar a vacina, para garantir que não há contraindicações.

Doadores de sangue

Pessoas que pretendem doar sangue devem esperar 30 dias após a vacinação para o procedimento.
O objetivo é evitar que o vírus vivo inoculado, circulante na corrente sanguínea do doador durante as três primeiras semanas após a vacinação, não acabe em um paciente que esteja com o sistema imunológico debilitado e cause reações adversas.
"É uma ação de prevenção que faz parte dos protocolos internacionais", afirma Regiane Cardoso de Paula, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.
Ela pede que o doadores procurem os hemocentros do município no qual residam antes do início da campanha de vacinação fracionada no Estado de São Paulo, que começará no dia 29 de janeiro.
É importante lembrar que o risco está para o paciente debilitado que receberá o sangue - e não para o doador.
"Pedimos que as pessoas doem sangue antes do Carnaval, período em que precisamos de doações. Os estoques dos hemocentros já estão baixos, porque janeiro é um período de férias em que as pessoas geralmente estão em viagem", afirma a diretora.

Gestantes e mulheres que amamentam

Grávidas e mulheres que estejam amamentando um bebê com menos de seis meses devem buscar orientação médica antes de tomar a vacina. A cautela é para evitar a possibilidade de reações alérgicas graves.
A orientação geral é que essas mulheres só sejam imunizadas se estiverem em área de risco de transmissão da doença.
"O médico vai fazer uma conta de risco e benefício", diz Cardoso de Paula. "Se a grávida tiver mais de três meses de gestação e estiver próxima do foco da doença, a recomendação é que tome a vacina. Se puder se deslocar para um outro local em que a doença não seja endêmica, podemos avaliar se a vacina é dispensável."

Bebês com menos de 9 meses

O Ministério da Saúde recomenda a vacinação apenas para os bebês acima de nove meses de idade. Para aqueles em áreas de alto risco da doença, a recomendação é a partir dos seis meses.
De acordo com Expedito Luna, médico epidemiologista e professor do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo, a razão está na maior probabilidade de efeitos colaterais para crianças nessa faixa etária.
"Nesse grupo, há mais eventos adversos neurológicos e menor imunogenicidade da vacina, o que significa que ela protege menos. Você aplica em cem crianças e vai haver menos proteção e mais efeitos colaterais", explica.

Idosos acima de 60 anos

Atualmente, a vacina está recomendada para aqueles entre nove meses e 59 anos de idade.
Idosos acima dessa faixa etária precisam passar pelo médico para avaliar o estado do sistema imunológico e se o risco de serem contaminados pela doença é alto ou não.
De acordo com Luna, desde 2000 foi identificado no Brasil e em outros lugares do mundo que uma pequena proporção daqueles que tomavam a vacina podiam desenvolver um quadro grave, semelhante ao da própria febre amarela.
"No estudo desses raros casos de eventos adversos, identificou-se que era comum entre aqueles acima de 60 anos, com doenças do timo e doenças autoimunes. Isso levou a uma restrição maior no uso da vacina nesses casos."

Pessoas com doenças autoimunes

Pacientes em radioterapia, quimioterapia ou fazendo uso de corticoide, portadores de doenças autoimunes, como lúpus, doença de Addison e artrite reumatoide, são contraindicados a receber a vacina.
Como estão com o sistema imunológico suprimido pelas condições citadas acima, a vacina contra a febre amarela - assim como de outras em que há o vírus vivo atenuado, como caxumba, varicela, catapora - pode trazer efeitos colaterais graves.
"Em condições normais, o vírus inoculado da vacina não causará nenhum problema - ao contrário, ele irá estimular a criação de anticorpos contra a doença. Mas se houver problemas com a imunidade, pode ocorrer desse vírus atenuado se multiplicar e causar reações adversas", explica Siqueira, da Fiocruz.

Diabéticos

Diabéticos com os níveis de glicemia controlados não têm contraindicação para a vacina.
No entanto, aqueles com altos níveis de açúcar no sangue precisam se consultar com um médico antes de se vacinar.
"A vacina pode afetar o sistema imunológico, debilitado pelos altos níveis de glicemia", afirma Siqueira.

Quem pode tomar

Todas as pessoas não pertencentes aos grupos citados acima e que vivem em área de risco para a doença, conforme determinado pela Secretaria de Saúde de seu Estado, devem procurar postos de saúde para tomar a vacina.
Pessoas que viajarão para essas regiões também precisam se imunizar - nesse caso, dose deve ser aplicada no mínimo dez dias antes da chegada.
Nos postos, é necessário passar por uma triagem antes da imunização para definir se há ou não contraindicação.
Entre os dias 29 de janeiro e 9 de março, os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia irão realizar uma campanha de vacinação fracionada - o que significa que a dose de febre amarela, de 5 mg, será dividida em cinco partes para ser aplicada em mais pacientes.
De acordo com o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz), a dose fracionada protege contra a doença por até oito anos. A dose integral, segundo a Organização Mundial de Saúde, vale para a vida toda.
Confira as datas de vacinação dos Estados:
- São Paulo: 29 de janeiro a 17 de fevereiro
- Rio de Janeiro: 19 de fevereiro a 9 de março
- Bahia: 19 de fevereiro a 9 de março
O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira as cidades nos três estados com risco de infecção pela doença e que têm recomendação de vacina. A lista completa está no site do órgão
Fonte 
    

'Rodovia da morte': BR-101 é a estrada mais letal na Bahia



O entregador de pães Gilmagno da Conceição Matos, 42 anos, tinha acabado de sair de uma fazenda às margens da BR-101, na noite de 24 de janeiro de 2017, e circulava de moto, na contramão, pelo acostamento quase inexistente da rodovia, quando foi atingido por um carro de passeio que o matou na hora. O acidente ocorreu próximo a Buerarema, no Sul da Bahia, um dos trechos mais movimentados da BR-101.
Já neste ano, também no Sul do estado, na 101, um carro Classic bateu de frente com um ônibus que seguia de Garanhuns (PE) para o Rio de Janeiro, na altura de Itabuna, no último domingo (14). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do carro tentou fazer uma ultrapassagem proibida. Resultado: ele morreu na hora e outras 14 pessoas ficaram feridas. O último paciente internado teve alta nesta segunda-feira (16).
Depois da 101, a rodovia que ocupa o segundo lugar no número de mortes é a BR-116, com 147 registros. Ambas recebem cerca de 5 mil veículos diariamente. A 116 – administrada pela concessionária Via Bahia – é mais bem conservada e possui menos curvas perigosas, segundo a PRF. Já a 101, líder do ranking, administrada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit), é toda em pista simples, mais precária e próxima do litoral, onde chove mais, o que dificulta a visibilidade dos motoristas e deixa a pista escorregadia.
Além da 101 e da 116, a BR-324 registrou 57 mortes em 2017, seguida pelas BRs 242 (51 vítimas fatais) e a 110, onde 43 pessoas morreram. Estatisticamente, o tipo de acidente que mais deixa vítimas fatais é a colisão frontal, afirma a PRF, em nota. Foi o que aconteceu em Itabuna, no domingo.
Arte: CORREIO
Estradas estaduais
No ranking das cinco estradas estaduais que mais mataram em 2017, informado pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), a que lidera, com 31 mortes, é a BA-099, que compreende a Estrada do Coco e a Linha Verde, conectando Lauro de Freitas até a divisa dos Estados da Bahia e Sergipe. A via, com extensão de 217 km, é gerida pela Concessionária Litoral Norte (CLN).
No ranking das mortes, em seguida, vêm as BAs 001 (29 mortes), 130 (19) e a 052 e a 120, ambas com 17 mortes em 2017.
No total, 880 pessoas morreram nas estradas baianas em 2017, a maioria delas nas rodovias federais: 575. O número, porém, vem reduzindo nas BRs desde 2012, quando foram registradas 849 mortes nas federais. Foram 4.269 vítimas fatais de 2012 a 2017 nas rodovias federais. No mesmo período, nas estradas estaduais, houve 1.955 mortes. Em média, em cinco anos, foram 3,4 mortes por dia nas estradas do estado.
Razões
“Embora apareça na nona posição entre as ocorrências mais frequentes, a colisão frontal é a primeira em número de vítimas fatais. Por isso, as ultrapassagens irregulares são práticas fiscalizadas intensamente pela PRF e devem ser evitadas pelos motoristas”, explica a nota da PRF.
Outras causas importantes vitimam um número expressivo de pessoas, como a saída de pista provocada pelo excesso de velocidade, as colisões traseiras, laterais e transversais causadas pela falta de atenção em conversões, cruzamentos e mudanças de direção.
Acidentes com motocicletas, como o que matou Gilmagno há um ano, também contribuem para o número de mortes nas rodovias, destaca a PRF - segundo o órgão, o não uso de equipamentos de segurança, sobretudo capacete, o excesso de passageiros e a inobservância das regras de trânsito são fatores que contribuem para as mortes.
Já nas estradas estaduais, a Seinfra destacou, em nota, que "a falta de atenção é a maior causadora de ocorrências, respondendo por 70% dos registros”.
Segundo a 21ª Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada em 2017, 64,8% (5.745 km) de vias têm algum tipo de deficiência no estado (regular, ruim ou boa). Apenas 35,2% das rodovias (3.121 km) tiveram um ótimo ou bom. As rodovias da Bahia (estaduais e federais) somam 8.866 km de extensão, segundo informações da Confederação Nacional do Transporte (CNT).
O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. De acordo com a pesquisa, o acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento chegou a 23,5% no transporte rodoviário da Bahia. A pesquisa estima que só para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias são necessários R$ 2,40 bilhões. Já para a manutenção dos trechos desgastados, estima-se um custo de R$ 1,78 bilhão.
Governos citam investimentos
O Dnit informou que estão previstos R$ 266,87 milhões em 2018 para manutenção das estradas federais que cortam a Bahia. O órgão planeja gastos específicos para as BRs 110, 116, 242 e 324. Para a duplicação da BR-116, de Teofilândia a Feira de Santana, existem dois contratos em fase de elaboração, análise e aceitação dos projetos, diz o Dnit. “O valor investido em 2017 para essa ação foi de R$ 24,39 milhões e em 2018, para as obras de duplicação na BR-116, é de R$ 37,10 milhões.”
Há ainda quatro contratos de conservação para a manutenção da BR-116, desde a divisa com Pernambuco até Feira de Santana. Além disso, existe um contrato que consiste em implantação de vias laterais e restauração. “Os serviços são executados entre o entroncamento com a BR-235 e Euclides da Cunha. Foram investidos R$ 8,97 milhões em 2017 para manutenção da BR-116/BA”, afirmou o órgão federal.
Para manutenção da BR-242, o Dnit tem três contratos de conservação, de São Roque do Paraguaçu ao entroncamento com a BA-534, e de Brotas de Macaúbas à divisa com o estado de Tocantins. E ainda três contratos para execução dos serviços de manutenção estruturada, entre Castro Alves e Brotas de Macaúbas. Na 242, foram investidos em manutenção R$ 40,69 milhões em 2017.
Já o governo do estado diz que “vai destinar 2/3 do valor obtido no empréstimo de R$ 600 milhões junto ao Banco do Brasil para a recuperação de rodovias estaduais sob a responsabilidade da Seinfra”, o que dá cerca de R$ 400 milhões.
Em 2017, a Seinfra diz que mais de R$ 182 milhões foram investidos na implantação e restauração em 387,14 quilômetros de rodovias baianas. “Dentre os trechos recuperados estão 78 km de extensão da BA-225, entre Formosa do Rio Preto e Coaceral; 37,7 quilômetros da BA-693, que liga a BA-290 a Ibirapuã, e 52,2 km da BA-052, de Ipirá a Baixa Grande”, afirmou o órgão.
Para 2018, o governo planeja recuperar mais de 1.600 km de estradas. O contrato para a realização das obras foi assinado no final de 2017.
Serão realizados serviços em mais de 360 kms da BA-210, de Paulo Afonso a Juazeiro; no Anel da Soja (BAs 456 e 460), em mais de 400 kms; da BR-242 (Paramirim, Livramento, Brumado, Vitória da Conquista, Itambé); entroncamento da BA-152 (Caturama e Botuporã) e BR 430 (Igaporã).
Estão previstos investimentos ainda em mais de 500 kms da BA-161, entroncamento da BR-242 (Estreito), Barra (BA-172) e no entroncamento da BR-242 (Javi) em mais de 300 quilômetros. A previsão é que os serviços sejam iniciados neste primeiro semestre, informou a Seinfra.
Além disso, está na programação a realização de serviços de recuperação e pavimentação em outros 320 quilômetros, também no primeiro semestre, completou o órgão estadual.
Fonte Correio24horas
    

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